Marcas ad infinitum
Números não têm fim
A matemática está em tudo
Procurei imprimir a beleza dos ciclos de vida de uma árvore em
papel de arroz.
A lei áurea me libertou
Mas não foi ela
Que me mostrou.
As marcas que imprimi nas minhas telas
Foram as marcas indeléveis da serra.
Da dor de ver de fora o esquartejamento de minha alma
Passos não tem fim
e são invisíveis como a matemática das marcas da natureza.
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