sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

MARCAS página 61

Marcas ad infinitum

Números não têm fim
A matemática está em tudo
Procurei imprimir a beleza dos ciclos de vida de uma árvore em papel de arroz.

A lei áurea me libertou
Mas não foi ela
Que me mostrou.

As marcas que imprimi nas minhas telas
Foram as marcas indeléveis da serra.
Da dor de ver de fora o esquartejamento de minha alma
Passos não tem fim

e são invisíveis como a matemática das marcas da natureza.

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