domingo, 21 de dezembro de 2014

MARCAS página 42

RAGNARÖK

Assim somos imperfeitos
Seres mortais
Apocalipticamente penso no futuro do mundinho
Ao redor do meu umbigo.
Um caminho sem voltas visíveis.
Rumo ao que desconheço
O fim ou o começo
Dia após dia
Era após era
Parece que evoluí
Parece que a perfeita imperfeição é possível.
E morro todos os dias.

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